Chaminé do Morcego

Conquistada em 1931 pela mesma equipe do CEB que conquistou a do Funil, a chaminé do Morcego é curta e fácil, com largura bem didática. Foi conquistada sem nenhuma proteção fixa, com paradas e rapéis em árvores. Descrita no Guia da Zona Sul como molhada, esse é seu crux.

Na investida de reconhecimento, com Marcello Gomide, escalamos a via toda.

Como estava seca, não usamos móveis. Senti falta de um grampo após o primeiro lance, pra assegurar o participante, e no fim da via, para evitar o atrito da corda com as rochas entaladas, ao parar na árvore mais acima. Para rapelar, caminhamos até a borda da chaminé, onde fixei uma chapeleta pinGo, que seria duplicada em outro dia. Rapelamos direto até a base, com uma corda de 60m.

Em outro dia, com o Leo Azevedo, a via estava molhada e o camalot 4 foi muito importante. Conforme o croqui aprovado pelo CEB, fixei uma chapeleta para fazer P1 (esticão curto), antes da horizontal para dentro. A próxima foi na P2, com cerca de 30 metros, pouco abaixo do cume.

Fixamos a 2a chapeleta pinGo para o rapel por fora da via.


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© 2016 por MIGUEL MONTEZA