Cravos da Cruz de Cristo - Conquista

July 19, 2017

Por:

Nova conquista com o Leo Azevedo, desta vez mais abaixo, na "mão" de Deus. Daí o nome.

 

A primeira investida (18/6/17) foi de exploração. Começamos pela trilha pro Dedo de Nossa Senhora, e percorremos quase toda a base da rocha, vendo as possibilidades de linhas.

Encontramos até uma via antiga, com grampos que não pareciam de escalada. Escolhemos nossa base uns 40 metros à direita dela, começando por uma canaleta.

 

Aparentemente, no 2° esticão passaríamos por uma laca, seguida de uns abaulados, que era a nossa esperança de vencer a barriga que corta em diagonal todo aquele setor de rocha. 

 

Escolhida a base, como ainda tínhamos tempo, Leo começou conquistando, e a linha natural foi puxando pra direita.  Subimos cerca de 50 metros.

 

 

 

 

Na segunda investida (09/7) foi a vez da laca, e de passar a "barriga". 

Agora sim, tínhamos a conquista autorizada pelo PNSO, mas exigiram o uso de chapeletas. 

Saíndo do último grampo fui até a laca, que protegi com 4 camalots. Foi fácil até ali. Ao fim da laca vinha a barriga, mas alguns xenólitos, grandes e sólidos, me ajudaram na tarefa de fixar a chapeleta. Fixei mais uma logo acima e o Leo seguiu conquistando. Passou o último lance da barriga e mais um trecho fácil, que terminou onde viria a ser a P2.  

No rapel intermediamos 2 lances da primeira investida.

 

 

 

Terceira investida: (16/7/17)

 

Fizemos a trilha pelo caminho definitivo, em 30 minutos. Sendo uns 10 a 15 minutos pela trilha do dedo de Nossa Senhora. Escolhemos um bom lugar para a P1 e batemos 2 chapeletas, de parada. Duplicamos também a P2, onde havíamos parado na segunda investida.

Comecei conquistando um lance difícil, que mereceu logo uma chapa alta pra evitar a queda no platô de pedra. Um VIIa, factível também em A0. O lance seguinte (para a esquerda) também foi curto, pois o platô continuava perto. O lance seguinte voltou ao padrão da via.  Depois de mim, Leo também conquistou três lances, bem mais longos, chegando em cima de um friso de cristais em diagonal pra esquerda.  Neste dia avançamos uns 30 metros.

No rapel, troquei a maioria das chapeletas SimPles por PinGo.  No trecho com grampos, optamos por deixar que os rapeis sejam feitos neles.

 

Fizemos a quarta investida no dia 7 de setembro:

Comecei conquistando, subindo em direção ao arbusto grande, tentando evitar as faixas de musgo que saem dele. Após a terceira chapeleta (futura P3), atravessei o mato para a esquerda, batendo mais uma chapeleta após. Leo então conquistou mais 4 lances, e no último furo acabou a bateria da furadeira. Ganhou a experiência de fazer o furo com talhadeira. A parede já ia deitando. A investida seguinte ficaria para as finalizações (duplicação das paradas). No rapel tentamos trocar uma chapeleta PinGo por "duPla" (rapelável) mas a rosca engripou. O parafuso começou a girar junto com a porca. Perdido.  

 

Na quinta investida já levamos amigos pra repetir a via (Leandro e Luciano, do CEC). Subimos medindo os esticões e fixando as chapeletas de duplicação nas paradas.  A P4 ficou logo abaixo da última proteção da investida anterior. Dalí, seguimos esticando mais, em lances de 3° e 2° grau. O sexto esticão pode ser de 1° grau, e fixamos chapeletas a cada 30 metros, só pra garantir o rapel.

Ao final, caminhamos uns 40 metros no mato, mas desistimos de tentar chegar à base da Blasfêmia ou aos cabos de aço.

Leandro e Luciano completaram a via e graduaram os lances obrigatórios em 4° V. O VIIa pode ser feito em A0.

 

 

 

 

 

Tags: gallotti, chaminé, pão de açúcar

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