Cobra Criada, agora completa

September 30, 2016

Por:

Na face norte do Irmão Maior do Leblon, à esquerda da Baden Powel.  5° VIIa.

 

A Cobra foi conquistada em etapas:

O diedro inicial tem 50 metros, e recebeu um grampo onde a fenda alarga muito e não é possível proteger (a 20m da base). Todo o restante dele é protegido em móveis (camalot do 0,4 ao 4). Como o início da fenda leva vários dias pra secar, Rafael Rossi e eu conquistamos à direita uma variante em grampos, de uns 15 metros.

 

 Miguel e Rafael no diedro inicial: oposição, agarras e meio corpo.

 

 

O diedro termina ao lado do lance do Valdema, da Baden, e a Cobra segue pra cima em agarras, até P2.

 

O esticão seguinte continua em agarras, com uma horizontal pra esquerda e uma fenda frontal fácil, que conquistei com Marcio Hosken. É o trecho da via com mais zigue-zague.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Horizontal em agarras no início do 3° esticão.

 

Desde 2012 o (lindo) Totem da Baden era utilizado quando escalávamos a Cobra Criada. Até que em 2016 vimos uma outra linha natural à direita e resolvi conquistá-la, com o Raoni Chavarry. Saindo da parada (comum à Baden) acima do diedro, ela sobe em agarras até chegar a uma grande canaleta que segue em diagonal pra esquerda.

 

 Raoni partindo pra bater o segundo grampo do lance, que ainda foi intermediado depois.

Miguel na canaleta diagonal. Totem ao fundo.

 

De cima do totem até o cinturão de mato, conquistei com o Rafael Rossi, em 2012, uma diagonal pra esquerda seguida de lances verticais bem protegidos. Trecho bem interessante, e bem mais reto que o lance do Boa Morte. Já houve quem entrasse nesse trecho por engano, apesar dos grampos serem brancos e novos. Vale levar o croqui das duas.

 

 

A partir do platô de mato, seguem mais 2 esticões de 30 metros, bem esportivos, com pelo menos um lance de VIIa. Conquistados com Miguel Freitas e Guilherme Fonseca, em 2012, o primeiro esticão sobe por uma canaleta com cristais. O seguinte começa por uma fenda frontal de uns 15 metros, de entalamento de mãos, bem vertical, onde usamos camalots pequenos e médios (ver croqui).

Depois de um platô com grampo, segue uma reta fácil pro cume, ainda com colocações possíveis.

 

​O rapel pela via é bom, já que é mais reta que a Baden. 

 

 

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