Baden Powel

August 9, 2016

Por:

Famosa via do CERJ na face norte do Irmão Maior do Leblon. Tem 300 metros, proteção em grampos que pode ser melhorada com camalots. Técnicas de agarras, aderência e oposição. 4° V A0.

Nos encontramos às 6:30 em botafogo e fomos de Uber até o parque dos penhascos. Como éramos 3, optamos por levar só 1 corda de 70m. O Luciano foi no meio, e o Leo vinha “em simultâneo” com ele, mantendo a corda estendida.

Não fizemos a chaminé, entrando pelo trepa-mato à esquerda, por volta das 8:30 am.

A via teve o 1° esticão reformado pelo CERJ, quando trocaram uns grampos e retiraram o cabo de aço dali, que foi substituido por um lance de A0 / VII. O croqui que está no site da companhia da escalada é anterior à reforma.

Desenhei o croqui da Cobra Criada junto com um antigo da Baden. Salvei junto com as fotos em

https://goo.gl/photos/QjxxNbf7uEw2gLqy5

É útil pra não entrar em algum trecho da Cobra Criada sem querer.

Vale lembrar que o restante da Baden não foi reformado, então ainda tem vários grampos velhos e grandes, com o olhau bem pra fora. Nos trechos onde a Cobra Criada cruza com ela, bati em 2012 um grampo branco moderno ao lado do velho.

 

 

 

No final do 1° esticão, sem contato visual, parei em 3 móveis na caverninha (não há grampo), para aproveitar a sombra. Leo quando veio não identificou o lance de A0, e caiu tentando em livre.

O próximo esticão começa com um lance em tesoura, e segue fácil, mas sem contato visual. O lance final é o “do Valdema” (Valdemar Guimarães), cuja proteção melhorou muito com um camalot 2 em um buraco acima da cabeça. Parada boa, em platô, com 1 grampo novo.

 

O 3° esticão começa caminhando pra esquerda, sobe uma laca, canaletas, topo da laca, e uma enorme horizontal fácil pra esqueda até o Totem. Sem contato visual quase o tempo todo. Fizemos a P3 no grampo (trocado) que fica quase no meio do totem, deixando a corda mais reta no esticão seguinte. Fiz a P4 em cima de outra laca, antes do lance do “Boa Morte”. Nesse momento o tempo virou. Tão rápido que me senti na serra. Até filmei as nuvens, subindo do leste e do oeste. Juntos, pensamos e decidimos subir. Sem calor ficou até melhor.

 

 

No lance do Boa Morte o vento atrapalhou um pouco. Os 3 grampos são velhos e grandes, e o último (crux) está bem torto pra baixo. Pretendo trocá-lo. Fiz P5 no mega platô de mato, mas errei ao cortar caminho por um lance da Cobra, mais reto, que me fez perder tempo em vez de poupar. O esticão seguinte foi só andar pra direita no platô de mato. Sem grampo.

O esticão final (canaleta com mato e fendas) é mais fácil, mas mais longo e sem comunicação. A corda acabou e os dois vieram em simultâneo. Parei no pé de galinha do final da Paulo Ferreira (cume), com dezenas de pessoas assistindo, por volta de 1 da tarde. Escalada show.

 

 

A descida da trilha começou muito lenta, devido à quantidade de gente. Mas logo conseguimos passar.

Em mais 15 minutos chegamos ao Vidigal, tomamos uma cerveja e pegamos a kombi. Era dia de prova de ciclismo de estrada, e a Av. Niemeyer havia acabado de reabrir. Não choveu.

 

 

Tags: gallotti, chaminé, pão de açúcar

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